Chegou aos 40 e não casou ou é raparigueiro ou é viado
Na verdade, hoje em dia é mais fácil o cabra assumir que é gay do que que é raparigueiro. Enquanto o gay ganha assumindo que é gay (pelo menos em seu meio, já que não está preocupado com mulheres), o raparigueiro perde com as mulheres propagando esse tipo de coisa. E quem é raparigueiro não quer só as raparigas, quer todas. E as mais difíceis são as mais desejadas.
Para ser raparigueiro é preciso ter dinheiro e disposição para viver na gandaia, levar foras, passar noites de sono, estar sozinho nos piores momentos da vida e envelhecer pobre e sozinho. Não é uma coisa muito boa. Chegar aos 40 e não casar é estranho, tanto para homens quanto para mulheres. Isso porque inverte a ordem natural da vida. O homem foi feito para a mulher e vice-versa. Geralmente essa ideologia está correta, mas há exceções. Há exceções muito especiais que levam um homem a chegar aos 40, não ser gay e não casar. Comodismo, falta de iniciativa, covardia, problemas familiares, como precisar cuidar de parentes especiais, problemas de saúde, são algumas delas.
Várias mulheres já me falaram que são cismadas com homens acima dos 40 e ainda solteiros, sem nunca terem casados. Uma coisa é casar e separar, outra é nunca ter casado. Preconceito maior com homens nessa idade que ainda moram com os pais. Enquanto o quarentão que mora só ou com amigos passa a impressão para as mulheres que é gay ou raparigueiro, os que ainda moram com os país passam a impressão de que são acomodados, sem iniciativa, problemáticos e babacas.
Tenho conversado com alguns homens solteiros acima dos 30 e a conversa que escuto é de que está cada vez mais difícil encontrar mulher para casar. E que não tem mais lugar certo para encontrar mulheres decentes. As famílias estão destruídas, sem princípios ou valores familiares. São pais que mantêm motéis privados dentro das suas casas para que as filhas possam se prostituir. São pais que participam de clubes de troca de casais. Pais que se drogam e outros tipos de degradação moral. Se correm para as igrejas, as mulheres não são diferentes. Mulher nova, bonita e gostosa geralmente não quer saber de religião. Como é muito vaidosa e assediada, prefere "aproveitar o momento". Mas na realidade o que geralmente acontece é que acaba virando puta de família. As certinhas disponíveis na igreja são as feinhas e sem muita inteligência. Não que as inteligentes não fiquem na igrejas, mas porque mulheres inteligentes convivem também fora do ambiente religioso, o que facilita o casamento. Qualquer um que visitar uma igreja evangélica em dia de culto comemorativo (com igreja lotada), vai perceber que as bonitas e inteligentes já são compromissadas, as outras bonitas correram, e as feias permanecem orando para que Jesus mande um marido crente, bonito, inteligente e rico.
Nesse contexto, fica muito difícil para o solteirão conseguir uma mulher para casar. Os fatores que pesam e de maior preconceito sem dúvida são (nessa ordem): pobreza, idade, caráter, nível cultural, relacionamentos anteriores e por último, religião. Aquela história de que só casa com os da religião só vale se o cabra for pobre. Nunca vi nenhuma crente recusar um cabra rico por causa disso (nem na Bíblia).
Nenhum homem sonha em casar com uma mulher cheia de vícios, tatuagens, piercings, roupas curtas, metidas a independentes, feministas e cheias de putarias que aprenderam com outros homens. E até conseguem: iguais a elas. Mas estou falando aqui de gente decente. Não é o caso.
É triste, mas é verdade. Se você chegou aos 40 e não casou, dificilmente vai conseguir a mulher dos sonhos para casar. Terá que se contentar com as poucas qualidade que ainda restam de algumas para essa faixa etária.
Imagem de Hogir Saeed por Pixabay
