Você ainda acredita nas ideologias do seu professor maconheiro?


Você jovem que terminou a faculdade pública e agora precisa enfrentar a vida real, ainda acredita nas ideologias do seu professor maconheiro?

As universidades públicas, que antes eram o orgulho do país, exportando cérebros para todo o mundo, hoje produzem multidões de diplomados analfabetos e ideologicamente alienados. O método científico foi substituído pelo ensino de ideologias sociais sob a alcunha de sociologia e filosofia. Pensando que sabem pensar, os alunos acreditam que são iluminados e possuidores de saberes acima da média. Quando na verdade não passam de alienados usados como massa de manobra para fins políticos da esquerda. Cegos pela alienação, não percebem algo tão fácil de desmascarar. Uma simples observação dos países que possuem essa ideologia socialista implantada já é suficiente para desmascarar qualquer pregador apologético. 

Alguns desses jovens são tão alienados que acham (ou fingem) que podem viver sem o capitalismo, sem o agronegócio e até mesmo sem empregadores, que chamam de exploradores. Empresários precisam ganhar bem mesmo. Caso contrário, fecham a empresa, desempregam todo mundo e vão investir em fundos de investimento, ganhando dinheiro numa praia e se balançando numa rede. Para ganhar a mesma coisa que ganharia em um fundo de investimentos, tocando uma empresa com todos os riscos e responsabilidades, é melhor fechar a empresa e investir em outra coisa. E qualquer um faria isso, inclusive esses alienados. Mas algum dia vão precisar enfrentar o mundo real. Aquele mundo competitivo, de cobranças, responsabilidades, exigências e metas. Um mundo que não perdoa incompetentes, irresponsáveis e descumpridores de metas. No mundo corporativo não há ideologias para passar a mão na cabeça desses. E logo o calouro corporativo percebe que ser beneficiado com rótulos sociais que lhe deu direito a admissão por cotas não foi uma boa ideia. Ao mesmo tempo percebe que "equidade, igualdade e inclusão" não contempla falta de capacitação profissional.  

Pois é. Agora enfrentando a vida real fica difícil acreditar em ideologias toscas do tipo "uso de cannabis para lazer" e "equidade, igualdade e inclusão". E se é pobre a coisa complica ainda mais. É nesse momento que o alienado começa a perceber que perdeu muito tempo, dinheiro e saúde que nem tinha com drogas. E ainda correndo risco de morte com os traficantes. O viciado é ainda mais bandido e nojento que o traficante. É o viciado que engorda a conta bancária do traficante e lhe dá poder. É quando precisa de uma colocação no mercado de trabalho que esses tipinhos percebem quão distante da realidade estão. Não conseguem passar em um concurso público. Aliás, não conseguem passar sequer numa seleção de alguma empresa privada. Não sabem escrever, falar ou ao menos se portar como profissional. É nesse momento que cai a ficha e percebem a covardia do sistema de aprovação automática e de admissão por cotas. Entendem que "equidade, igualdade e inclusão" seria oferecer condições para que pudessem elevar o nível de conhecimento do aluno e não rebaixar o nível da escola para nivelar com os alunos. 

Qualquer que já entrou, entra ou vai entrar nessa se ferra. E se for pobre a desgraça é ainda maior. Enquanto o filho do rico sempre consegue um jeito de se sair bem, indo morar fora ou inventando que é "artista", o pobre não tem a mesma chance. Beto era gay e maconheiro, do tipo "nem-nem" (nem trabalha e nem estuda). Mas o pai, um rico empresário, mandou Beto para os EUA. Anos depois Beto voltou Dr. Roberto, formado, casado com uma mulher, com filhos e diretor de uma das indústrias do pai. Foram gastos muitos dólares com clínicas de recuperação, psiquiatras, urologistas, endocrinologistas, sexólogos e outros. Mas Beto teve jeito. Enquanto o pobre, prejudicado com a ideologia que acreditou, segue excluído da sociedade por não conseguir se adaptar ao ambiente social corporativo. Sem chances e com a situação apertando, acaba indo trabalhar em atividades inferiores. Alguns vão vender cachorro quente em trailers na rua, fazer docinhos na cozinha da casa, ou perdem a esperança e viram drogados vagabundos mesmo.

Em universidades se formam panelinhas com gente da pior espécie. Geralmente jovens ricos, viciados, promíscuos e canalhas. A lama da sociedade. Mas não sei porque a maioria dos jovens, principalmente pobres, tem tanta fascinação por esse povo. Conheci um que até aceitou dá um tapa num cigarrinho de artista para entrar para o clube. Em um final de semana finalmente conseguiu ser convidado para ir acampar com a turma numa praia deserta. E foi estuprado e sodomizado logo na primeira noite. A pior parte foi ter que ficar fazendo cara de quem gostou para poder voltar para casa, já que precisava do barco e do carro do estuprador para voltar. 

Eu sempre fui mais eu. Nunca tive essa doença de querer acreditar, ser, seguir ou imitar os outros. Nunca quis entrar para o grupinho dos ricos e descolados. Sempre achei esse pessoal aquém de mim. E eram. Hora da prova, principalmente ciências exatas, sempre me cercavam para tentar filar minha prova. Sentavam todo em minha volta e o professor me colocava lá na frente, próximo ao quadro.

Você que entrou na universidade, é hora de crescer, ser você mesmo, largar a saia da mãe, tomar as rédeas da própria vida e batalhar pelo seu futuro. É hora de parar de perder tempo com ideologias toscas, não aceitar ser usado como massa de manobra de professores políticos, pensar e agir por si mesmo. É hora de se redescobrir e ser você mesmo.


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