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Mostrando postagens de setembro 26, 2024

Carta aos favelados - Vencendo o ciclo vicioso da pobreza

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Esta carta se destina aos homens, mulheres, meninos, meninas, velhos, velhas, idosos e idosas favelados e faveladas (se é para tirar onda com analfabetos ideológicos, tá valendo). Se livrar da pobreza não é tarefa fácil porque o pobre geralmente vem de um ciclo vicioso de pais, avós, bisavós, etc Resumindo: alguém da família fez merda ou não fez porra nenhuma para resolver essa situação, passando o legado da sua miséria para os seus descendentes. O maior preconceito que existe no Brasil e no mundo é o preconceito contra pobre (aporofobia). Interessante que aporofobia não é crime. Um mau-caratismo jurídico que tornou preconceitos menores em crimes, mesmo sabendo que ninguém gosta de miseráveis. As pessoas mudam de calçada, evitam, não falam, não olham e querem distancia. São pessoas sem rosto. E isso causa revolta em muitos miseráveis, que, em vez de mostrar seu valor, preferem virar canalhas, bandidos e viciados. Não conhecem o potencial que possuem e o quão estão perto da vitória. Com...

História de trancoso II - O pé de péia

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Após a publicação do História de Trancoso I , segue História de Trancoso II - O pé de péia . Na cultura nordestina péia é excesso de pele, pele descamada ou pelanca. Também é o mesmo que pé de peia ou diabo. Peia significa corda, tiras ou qualquer outro acessório para prender os pés dos animais para evitar que ele corra. No nordeste tanto pé de péia quanto pé de peia significam diabo ou satanás. A serraria ficava em um terreno gramado e com alguns pés de mamonas, longe das casas, em um pequeno vilarejo suburbano. Não havia muro e da rua de terra batida dava pra ver o galpão e ouvir o barulho característico da produção industrial. Era um galpão de aproximadamente 5 metros de altura por 7 metros de comprimento por 5 metros de largura. Havia algumas janelas laterais e um portão principal de acesso também em madeira, única entrada para o recito. Os serões para correr com a produção atrasada virava a noite, geralmente da sexta para o sábado, quando findava o prazo de entrega dos artesanato...